Em abordagem a vários temas relacionados com o desenvolvimento e crescimento do ser humano resolvi fazer este trabalho que nos mostra a importância que o “brincar” tem para as crianças.
Grande parte do tempo das crianças é passado a brincar. A brincadeira é uma espécie de linguagem universal, essencial ao desenvolvimento e equilíbrio da criança, e não só, todos nós necessitamos de brincar, sendo claro que há diferentes brincadeiras para diferentes idades, é óbvio que uma brincadeira para uma criança não é uma brincadeira para um adulto e que uma brincadeira para um adulto não é uma brincadeira para uma criança.
Ao brincar, a criança tem a possibilidade de ir percebendo o funcionamento das coisas que a rodeiam e de, lentamente, ir entrando no mundo dos adultos e nas regras que o regem. Assim, observando e brincando com as crianças, temos a possibilidade de nos apercebermos do significado que o mundo tem para elas, da forma como o encaram e constroem, e, podemos mesmo afirmar que para conhecermos verdadeiramente uma criança temos conhecer e perceber a maneira como ela brinca.
As brincadeiras das crianças vão mudando à medida que elas crescem e se desenvolvem. Primeiro, a criança brinca com o seu próprio corpo, observa e brinca com as mãos, leva o pé à boca e agita-se, posteriormente descobre os objectos e as suas potencialidades, segura nos brinquedos na mão, leva-os à boca, agita-os e atira-os ao chão, a seguir há uma combinação dos objectos num jogo relacional e rapidamente chegamos ao "faz-de-conta".
Desta forma, a criança entra no jogo simbólico, onde o imaginário e a fantasia nunca mais param de nos surpreender. Os brinquedos e objectos em geral deixam de ser usados apenas para aquilo que foram criados e passam, no imaginário da criança, a ser tudo aquilo que elas querem e precisam em cada momento. O jogo permite que a criança experimente, ao nível da fantasia, aquilo que na vida real não pode fazer.
É ainda por meio do jogo que a criança aprende a defender-se do que a angustia ou assusta, experimenta afectos, soluciona problemas. A brincadeira é a forma mais fácil e acessível que a criança tem de entrar e sair da realidade as vezes que quiser.
Certamente, todos nós temos o nosso imaginário de infância povoado de brinquedos e brincadeiras que tiveram um efeito apaziguador em momentos angustiantes, em que nos sentimos mais inseguros, perdidos ou desamparados.
Os jogos "violentos" com grande envolvimento físico, como atirar-se ao chão ou o experimentar a força com os amigos, e, mais tarde, os jogos de regras passam, também, a fazer parte integrante das brincadeiras das crianças. A partir dos 7/8 anos as crianças são capazes de criar as suas próprias regras para os jogos, de forma a que cada um tenha bem definido o seu papel. Este tipo de jogos dá à criança a possibilidade de aprender a ganhar e a perder, a regular as suas emoções e a lidar adequadamente com algumas frustrações. A criança tem nestes jogos a possibilidades para aprender competências que lhe permitam estabelecer relações de harmonia com os outros.
Por tudo isto, a brincadeira e os jogos não podem ser encarados como uma forma de passar o tempo, mas sim como algo de muito sério que permite à criança um bom crescimento físico, intelectual, emocional e social. Brincar tem duas funções, por um lado, criar oportunidades de estimular o raciocínio e, por outro, disponibilizar as regras necessárias à convivência e vida em sociedade.
Bibliografia:
http://santoinacio.apaepr.org.br/?mod=secoes&id=4621
Www.tribunadonorte.com.br/noticia.php?id=55502
Livro de Psicologia
Diciopédia 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Brincar afinal não é só uma brincadeira
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Autores 12.B João Pedro
Será que podemos mudar o mundo?
Por várias vezes dou por mim a pensar acerca do mundo em que vivemos! Um mundo em que a fome, a guerra, o ódio e o rancor teimam em permanecer e em tornar-se cada vez mais evidentes! Nós que nos dizemos pessoas humanas, com valores que tentamos ter sempre presentes no nosso dia-a-dia, estamos constantemente a ser invadidos por sentimentos e pensamentos que nos transformam em pessoas com características das quais dizemos que queremos distância.
Quantas vezes somos postos a prova? Quantas vezes somos confrontados com situações que enchem o nosso coração com pensamentos perversos que nos levam a tomar atitudes que consideramos pouco éticas?
Todos nós certamente dizemos muitas vezes que “há tanta fome no mundo”, que “há tantas injustiças”… mas será que nós fazemos alguma coisa para mudar isso? Tantas crianças com fome e nós a desperdiçarmos comida em nossas casas…
Isto acontece porque somos pessoas egoístas, que só pensamos no nosso bem-estar! Não seria bom pensarmos um bocadinho mais nos outros com o intuito de fazer do nosso mundo um mundo melhor? Um mundo onde em vez de guerras sem sentido nenhum haja a paz… um mundo onde em vez de egoísmo e egocentrismo haja a partilha e o amor… Nós podemos fazer alguma coisa! Tudo começa por nós…
Aconselho vivamente o visionamento do filme “Favores em cadeia”. Para quem não conhece, neste filme há uma criança com uma ideia para mudar o mundo: ela iria fazer um favor a três pessoas; esse favor não lhe podia ser retribuído. Cada uma dessas três pessoas iria fazer um favor a outras três pessoas e assim sucessivamente até chegar a todo o mundo! Resultaria? Com o esforço e disponibilidade de todos penso que sim!
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Autores 12.º B Vânia
Jean Piaget
Jean Piaget psicólogo e epistemólogo, nasceu a 9 de Agosto de 1896 em Neuchâtel, na Suíça e morreu a 17 de Setembro de 1980. Desde muito cedo demonstrou um grande interesse para áreas relacionadas com a história natural, sendo que aos 11 anos de idade publicou o seu primeiro trabalho – sobre a observação de um pardal albino –, que lhe conferiu o título de “menino-prodígio”.
Aos 22 anos de idade, conclui o seu doutoramento em biologia pela Universidade da sua terra natal e, desta forma, embarca para Zurich para trabalhar como psicólogo experimental numa clínica. Com a experiência adquirida desta actividade, juntamente com o facto de ter assistido às aulas que Jung leccionou, Piaget passou a conjugar a psicologia experimental (formal e sistemática) com métodos informais de psicologia como entrevistas, conversas e análises de pacientes.
O ano de 1919 foi um marco na sua vida. Após passar a colaborar no laboratório Alfred Binet, um famoso psicólogo infantil que desenvolveu testes de inteligência padronizados para crianças, Piaget notou que crianças da mesma faixa etária cometiam erros semelhantes nesses testes e concluiu que o pensamento se desenvolve gradualmente. Iniciou também seus estudos experimentais sobre a mente humana e começou a pesquisar sobre o desenvolvimento das habilidades cognitivas.
De volta à Suíça em 1921 iniciou o maior trabalho de sua vida, ao observar crianças a brincar e registando minuciosamente as palavras, acções e processos de raciocínio delas.
Em 1923, Piaget casou-se com Valentine Châtenay com quem teve 3 filhos: Jacqueline (1925), Lucienne (1927) e Laurent (1931). As teorias de Piaget foram, em grande parte, baseadas em estudos e observações de seus filhos que ele realizou ao lado de sua esposa.
Até a data de seu falecimento, Piaget fundou e dirigiu o Centro Internacional para Epistemologia Genética da Universidade de Genebra. Ao longo de sua brilhante carreira, Piaget escreveu mais de 75 livros e centenas de trabalhos científicos.
Importância para a psicologia…
Até o início do século XX assumia-se que as crianças pensavam e raciocinavam da mesma maneira que os adultos. A crença da maior parte das sociedades era a de que qualquer diferença entre os processos cognitivos entre crianças e adultos era sobretudo de grau: os adultos eram superiores mentalmente, do mesmo modo que eram fisicamente maiores, mas os processos cognitivos básicos eram os mesmos ao longo da vida.
Piaget, a partir da observação cuidadosa dos seus próprios filhos e de muitas outras crianças, concluiu que em muitas questões cruciais as crianças não pensam como os adultos por ainda lhes faltarem certas habilidades, a maneira de pensar é diferente, não somente em grau, como em classe.
Assim, Jean Piaget ficou conhecido pelo seu trabalho pioneiro no campo da inteligência infantil.
Os seus estudos tiveram um grande impacto sobre os campos da Psicologia e Pedagogia. A sua obra não fica limitada pelas fronteiras da psicologia dado que contribuiu para o desenvolvimento de outras áreas do saber como a filosofia, a sociologia, a biologia, a cibernética e a matemática. É considerado um epistemológo genético pelas investigações que leva a cabo sobre a natureza e a génese do conhecimento nos seus processos constitutivos
Fontes:
http://www.centrorefeducacional.com.br/piaget.html;
BARBOSA, Arnaldo de Miranda e; CARVALHO, Aloísio Mosca de; DURÃO, Paulo – “Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura”. Editora VERBO, volume 15, pp. 40
CASTRO, Adalmiro; Queirós, Adelaide; COUTO, Ana Maria – “Dicionário de Biografias”. Porto Editora, pp. 474
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Autores 12.ºF Filipa Costa
Bullying, a violência dos novos tempos?
Na minha opinião já pode ser considerada a violência dos novos tempos, regularmente ouço notícias sobre bullying nas escolas, no telejornal, jornais, rádios, etc.
Admito estar desiludida com o nosso país, pois desde o “antigamente”, só mudou o modo como é aplicada essa violência. As crianças continuam a ser maltratadas por outras, mais velhas, ou mais fortes ou até com mais autoridade que elas. Mesmo estando inseridos num meio e numa cultura diferente, a violência entre as crianças existe.
Tem-se verificado que há um grau maior violência verbal do que física. Está violência torna-se mais violenta que a física, pois vai danificar o “eu” interior, podendo ficar, esses estragos para toda a vida. A violência verbal é muito difícil identificar pelos pais das vítimas, pois não existe marcas no corpo, nem hematomas, nem feridas. Por essa mesma razão, os agressores optaram por essa violência, pois para eles, não havendo marcas e provas de que eles cometeram essa violência, então eles estão ilibados de qualquer punição possível. Estes agressores procuram sempre uma vítima inferior a eles, mais baixa, com menos idade, mas sensível, ou seja, no fundo os agressores são uns cobardes, porque não escolhem uma vítima ao seu nível. Sendo a vitima mais frágil quer física ou psicologicamente os agressores têm sempre vantagem, pois com o medo nunca os denunciarão. Este tipo de violência é mais popular porque é muito difícil de apanhar o criminoso em flagrante delito, isto é, dificilmente se apanha o agressor. E sendo crianças, não querem ter consequências nos seus actos.
É necessário estar atento ao bullying nas escolas, porque é lá que as crianças se tornam serem independentes e auto-determinados para enfrentar o seu futuro, e as vítimas de bullying ao não exporem o seu caso talvez não tenham tanto sucesso no futuro como as outras que nunca o sofreram ou eram os agressores.
Bibliografia:
· http://www.psicronos.pt/artigos/bullyingescolar.html;
· http://www.esec-danielsampaio.pt/OsmeusWebsites_Webquest/index.htm.
Na minha opinião já pode ser considerada a violência dos novos tempos, regularmente ouço notícias sobre bullying nas escolas, no telejornal, jornais, rádios, etc.
Admito estar desiludida com o nosso país, pois desde o “antigamente”, só mudou o modo como é aplicada essa violência. As crianças continuam a ser maltratadas por outras, mais velhas, ou mais fortes ou até com mais autoridade que elas. Mesmo estando inseridos num meio e numa cultura diferente, a violência entre as crianças existe.
Tem-se verificado que há um grau maior violência verbal do que física. Está violência torna-se mais violenta que a física, pois vai danificar o “eu” interior, podendo ficar, esses estragos para toda a vida. A violência verbal é muito difícil identificar pelos pais das vítimas, pois não existe marcas no corpo, nem hematomas, nem feridas. Por essa mesma razão, os agressores optaram por essa violência, pois para eles, não havendo marcas e provas de que eles cometeram essa violência, então eles estão ilibados de qualquer punição possível. Estes agressores procuram sempre uma vítima inferior a eles, mais baixa, com menos idade, mas sensível, ou seja, no fundo os agressores são uns cobardes, porque não escolhem uma vítima ao seu nível. Sendo a vitima mais frágil quer física ou psicologicamente os agressores têm sempre vantagem, pois com o medo nunca os denunciarão. Este tipo de violência é mais popular porque é muito difícil de apanhar o criminoso em flagrante delito, isto é, dificilmente se apanha o agressor. E sendo crianças, não querem ter consequências nos seus actos.
É necessário estar atento ao bullying nas escolas, porque é lá que as crianças se tornam serem independentes e auto-determinados para enfrentar o seu futuro, e as vítimas de bullying ao não exporem o seu caso talvez não tenham tanto sucesso no futuro como as outras que nunca o sofreram ou eram os agressores.
Bibliografia:
· http://www.psicronos.pt/artigos/bullyingescolar.html;
· http://www.esec-danielsampaio.pt/OsmeusWebsites_Webquest/index.htm.
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Autores 12.º B Sofia Oliveira Silva
Racismo
O racismo, discriminação de povos ou pessoas com base no preconceito da sua inferioridade, tem sido, ao longo dos séculos, parte integrante das mais diversas ideologias e formas de organização social. Esteve, por exemplo, na base da escravatura em muitas civilizações, como por exemplo, a perseguição conduzida por Adolf Hitler a judeus, ciganos e outros povos. Ainda hoje, os preconceitos de raça, se manifestam de formas variadas em muitas partes do mundo.
O racismo tem sido justificado de muitas maneiras: na maior parte das vezes, pela ideia de que certos povos são intelectualmente inferiores ou bárbaros (porque apresentam costumes diferentes e seguem outras religiões) ou com base em nacionalismos que vêm na sujeição ou rejeição do outro (xenofobia) a defesa do seu próprio modo de vida. No mundo ocidental, o sentimento antijudaico (caso do Holocausto nazi – 1939 a 1945) tem a particularidade de se centrar na (suposta) perversidade, e não na inferioridade, dos Judeus, a pretexto da condenação de Cristo, narrada na Bíblia, mas, para muitos autores, tudo isto são manifestações de um etnocentrismo que vê tudo à medida de uma determinada cultura, sem compreensão nem tolerância para com as culturas diferentes. Actualmente, na época actual em que vivemos foram dados importantes passos na luta contra o racismo. Os contactos entre diferentes povos e culturas intensificaram-se, com cada vez maior abertura e conhecimento de parte a parte. O século XIX assistiu à abolição da escravatura numa série de países e a luta contra a discriminação racial tem envolvido personalidades que a quem agora conseguimos reconhecer o mérito, tais como, Martin Luther King e Nelson Mandela, registando progressos significativos.
O racismo vai contra os princípios da Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, que afirma a igualdade de todas as pessoas e, a 21 de Março comemora-se o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial.
Bibliografia:
Diciopedia 2008
Livro de Psicologia B do 12º ano (1ª Parte)
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Autores 12.B João Pedro
UMA "CAIXINHA DE SURPRESAS"
Talvez não seja demasiado atrevido dizer, que a televisão é nada mais, nada menos do que um dos mass media mais importantes no quotidiano das pessoas.
A televisão é cultura para uns e destruição e violência para outros, esta "caixinha mágica" constitui, por um lado, motivo de debate para os adultos, por outro, objecto de adoração para as crianças.
A televisão está cada vez mais a fazer o papel dos pais, é uma espécie de "baby sitter" electrónica que desperta a atenção da criança, acalmando a sua impaciência e irritabilidade. Mas as crianças não são todas iguais e utilizam o televisor para se divertirem e não para se instruírem. Porém, as crianças ao verem televisão interiorizam modelos de comportamento e mesmo valores que tendem a imitar. Este facto pode tornar-se perigoso pois, a criança não vê na televisão o seu próprio mundo nem mesmo uma representação real do mundo que a rodeia. Estudos internacionais revelam que os meninos da escola portuguesa são os que mais horas de televisão vêem por dia, vêem, em média, 3 horas de TV por dia e 5 horas aos sábados e domingos. Em média, as crianças dos países participantes vêem cerca de 2 horas de TV por dia e 2 horas e meia ao fim de semana. Na média dos países participantes a maioria das crianças vê televisão, entre as 17 e as 21 horas, ou seja, quando chegam a casa vindas do infantário. Ao fim de semana, pelo contrário, é sobretudo entre as 9 e as 17 horas que as crianças vêem televisão, pois não vão para o infantário e necessitam de "passar o tempo" de uma maneira divertida. Depois das 21 horas é entre as crianças portuguesas, espanholas e americanas que se encontram mais telespectadores.
As imagens recolhidas pela criança têm um papel preponderante na sua formação e nos seus comportamentos futuros. A TV é vista como possuidora de determinadas características: a novidade, a variedade, a mudança, a diversão. É também colorida, actual e estimulante. A criança vai à escola quase para cumprir o "calendário" das obrigações. Depois senta-se em frente do pequeno écran para encontrar e tentar descobrir um universo mais compatível com o seu mundo. A criança substitui a falta de criatividade e a rigidez da escola pela beleza da cor e do movimento da televisão.
A televisão já não é uma mera ocupação dos tempos livres, mas um fenómeno social que provoca mudanças fundamentais na vida dos indivíduos.
As pessoas, por vezes, por conformismo, por exemplo, não sabem fazer uma leitura adequada da informação, nem mesmo uma selecção dos programas que devem ou não ver.
O desenvolvimento económico e particularmente o tecnológico têm permitido aos media não só uma cobertura mais ampla dos públicos, mas também a satisfação de necessidades específicas incluindo as culturais.
A crítica aos programas que os mass media transmitem deixam de ter sentido pois os mass media só transmitem os programas que as pessoas querem ver.
Nas sociedades ocidentais a falta de tempo disponível das famílias para os filhos leva a que os mass media tenham um papel mais marcante como agentes de socialização fornecendo modelos de referência à criança.
Continuará a existir violência na televisão? E nos restantes media? Estará a criança sujeita a uma vida baseada na observação e imitação destes modelos que nos chegam dos mass media?
Bibliografia:
r MONTEIRO, Manuela Matos, FERREIRA, Pedro Tavares, “Ser Humano – 2ª Parte”, Psicologia B, 12º ano, Porto Editora
r Revista TV Guia (resultados estatísticos da visualização de TV nas crianças)
r http://dialogodegeracoes.wordpress.com/2008/05/19/as-criancas-e-a-televisao-o-papel-dos-pais/
Filipa Correia
Talvez não seja demasiado atrevido dizer, que a televisão é nada mais, nada menos do que um dos mass media mais importantes no quotidiano das pessoas.
A televisão é cultura para uns e destruição e violência para outros, esta "caixinha mágica" constitui, por um lado, motivo de debate para os adultos, por outro, objecto de adoração para as crianças.
A televisão está cada vez mais a fazer o papel dos pais, é uma espécie de "baby sitter" electrónica que desperta a atenção da criança, acalmando a sua impaciência e irritabilidade. Mas as crianças não são todas iguais e utilizam o televisor para se divertirem e não para se instruírem. Porém, as crianças ao verem televisão interiorizam modelos de comportamento e mesmo valores que tendem a imitar. Este facto pode tornar-se perigoso pois, a criança não vê na televisão o seu próprio mundo nem mesmo uma representação real do mundo que a rodeia. Estudos internacionais revelam que os meninos da escola portuguesa são os que mais horas de televisão vêem por dia, vêem, em média, 3 horas de TV por dia e 5 horas aos sábados e domingos. Em média, as crianças dos países participantes vêem cerca de 2 horas de TV por dia e 2 horas e meia ao fim de semana. Na média dos países participantes a maioria das crianças vê televisão, entre as 17 e as 21 horas, ou seja, quando chegam a casa vindas do infantário. Ao fim de semana, pelo contrário, é sobretudo entre as 9 e as 17 horas que as crianças vêem televisão, pois não vão para o infantário e necessitam de "passar o tempo" de uma maneira divertida. Depois das 21 horas é entre as crianças portuguesas, espanholas e americanas que se encontram mais telespectadores.
As imagens recolhidas pela criança têm um papel preponderante na sua formação e nos seus comportamentos futuros. A TV é vista como possuidora de determinadas características: a novidade, a variedade, a mudança, a diversão. É também colorida, actual e estimulante. A criança vai à escola quase para cumprir o "calendário" das obrigações. Depois senta-se em frente do pequeno écran para encontrar e tentar descobrir um universo mais compatível com o seu mundo. A criança substitui a falta de criatividade e a rigidez da escola pela beleza da cor e do movimento da televisão.
A televisão já não é uma mera ocupação dos tempos livres, mas um fenómeno social que provoca mudanças fundamentais na vida dos indivíduos.
As pessoas, por vezes, por conformismo, por exemplo, não sabem fazer uma leitura adequada da informação, nem mesmo uma selecção dos programas que devem ou não ver.
O desenvolvimento económico e particularmente o tecnológico têm permitido aos media não só uma cobertura mais ampla dos públicos, mas também a satisfação de necessidades específicas incluindo as culturais.
A crítica aos programas que os mass media transmitem deixam de ter sentido pois os mass media só transmitem os programas que as pessoas querem ver.
Nas sociedades ocidentais a falta de tempo disponível das famílias para os filhos leva a que os mass media tenham um papel mais marcante como agentes de socialização fornecendo modelos de referência à criança.
Continuará a existir violência na televisão? E nos restantes media? Estará a criança sujeita a uma vida baseada na observação e imitação destes modelos que nos chegam dos mass media?
Bibliografia:
MONTEIRO, Manuela Matos, FERREIRA, Pedro Tavares, “Ser Humano – 2ª Parte”, Psicologia B, 12º ano, Porto Editora
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Autores 12.B Filipa Correia
Conflito cerebral
Atento na imagem diga em voz alta as cores não o que está escrito:
Difícil não é? Pois, tal facto acontece porque o teu cérebro entra em conflito. Sim em conflito, pois o hemisfério esquerdo, responsável pela leitura, a linguagem, a articulação das palavras, bem como a atribuição de símbolos tenta realizar tais funções; por outro lado, o hemisfério direito, responsável pela associação de figuras e padrões tenta coligar apenas as cores, no entanto este não consegue devido à influência do outro hemisfério.
Por este, tal como tantos outros aspectos podemos ver que o nosso cérebro é uma “máquina” magnífica e muito complexa, com particularidades excepcionais, atrevo-me mesmo a dizer que tal como diz um velho ditado “o mar esconde muitos segredos” o nosso cérebro esconde muitos mais.
Fontes:
http://www.sorria.com.br/imagens/sor_ilusao2.jpg;
http://www.ced.ufsc.br/yoga/hemisferios.html;
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Autores 12.ºF Filipa Costa
A identidade em crise
Cada pessoa tem a sua própria identidade, que é diferente da de todos os outros seres humanos, por isso, dizemos que cada pessoa é única e irrepetível, ou seja, possui características próprias que a distinguem de todas as outras pessoas. Podemos também afirmar que o conceito de identidade está fundamentalmente relacionado com a história de vida de cada pessoa, com as características da sua personalidade, os seus sonhos, etc.
Deve ter-se em conta que o processo de construção de identidade é contínuo e só termina aquando à morte pois, nesse momento, deixamos de ser uma pessoa com um projecto de vida, com sonhos ou ambições. Ao longo deste processo podemos deparar-nos com situações que nos superam e termos aquilo a que se chama uma “crise de identidade”.
Certamente, todos nós, alunos do 12º ano, estamos a passar uma fase de grande pressão, porque chegamos àquele momento em que temos finalmente de tomar uma decisão acerca do curso que pretendemos seguir e da profissão que iremos ter, pois bem, esta etapa da nossa vida pode levar-nos a colocar algumas questões a nós próprios tais como “afinal quem sou eu?”, “andei tantos anos a estudar e agora não consigo encontrar um curso adequado para mim!” Estas perguntas que teimam em existir constantemente no nosso pensamento pode causar-nos uma crise de identidade. Esta situação provoca-nos uma sensação de angústia, tristeza e até mesmo de desespero.
A crise de identidade deve-se, principalmente, a dois factores: a exigência social e a insegurança pessoal. Relativamente à exigência social, podemos dizer que ela revela grande importância pois todos nós queremos ter uma profissão digna, respeitada e imprescindível para a sociedade e, sobretudo, bem remunerada pois hoje em dia não nos podemos dar ao luxo de tomar uma decisão baseada apenas no nosso desejo. Por outro lado, coloca-se a questão da insegurança pessoal pois, apesar de o dinheiro ser extremamente importante, a nossa realização pessoal também o é.
Resta apenas referir que este é apenas um dos muitos exemplos que nos podem levar a uma crise de identidade pois são inúmeros os factores que contribuem para tal. Estamos numa idade em que qualquer problema que surja é, para nós, considerado o fim do mundo!
Bibliografia:
www.coladaqeb.com/psicologia/identidade.htm
www.infopedia.pt/$identidade-(psicologia)
www.exames.org/apontamentos/Psicologia/Adolescencia2.doc
MONTEIRO, Manuela Matos, FERREIRA, Pedro Tavares, “Ser Humano – 2ª Parte”, Psicologia B, 12º ano, Porto Editora
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Autores 12.º B Vânia
Damásio
A concepção de Damásio: Razão e Emoção
Durante muito tempo privilegiou-se a razão em detrimento da emoção, no que respeitava ao pensamento humano. Todavia, o português António Damásio veio, sobretudo com a conhecida obra O Erro de Descartes, contrariar essa ideia, revolucionando as diferentes áreas da Psicologia e da Neurologia.
De facto, foi através dos estudos e investigações realizadas a animais e a centenas de doentes que apresentavam lesões no córtex pré-frontal, que a sua concepção de emoção e razão pôde ser construída. Segundo o neurologista e investigador, as duas complementam-se e são imprescindíveis para a autonomia e capacidade de adaptação do ser humano. A emoção é então desencadeada por um estímulo particular, originando aquilo a que este designa por “um programa de acções” (que varia de acordo com o tipo de emoção sentida) e provocando alterações fisiológicas no sujeito (as estratégias activas).
O especialista considera ainda que, no que se refere a emoções, existem também estratégias cognitivas, certos estados mentais associados ao que cada um sente num dado momento. Assim, num estado de tristeza, uma pessoa não pensa num jantar agradável, mas talvez na morte. Contudo, esta questão é bastante mais complexa, pois as emoções desencadeadas pelos vários estímulos não têm, forçosamente, o mesmo efeito em todos os indivíduos. Aquilo que é considerado um estímulo tanto pode ser uma situação, como um objecto actual, recente ou existente apenas na nossa mente. Tanto pode ser fruto da nossa aprendizagem ou estar presente nos nossos genes.
É a partir desta ideia que Damásio divide as emoções em três grandes grupos: as emoções de fundo: são vagas, como, por exemplo, o desencorajamento ou o entusiasmo; as emoções primárias: que já nascem connosco e, portanto, não são aprendidas, como a cólera; e as emoções secundárias: são as que se desenvolvem por um processo de aprendizagem social, sendo influenciadas pelo contexto sócio-cultural, em que o indivíduo se insere;
Apesar de relacionados, estes três tipos de emoções são distintos, assim se compreende o facto de, por exemplo, os bebés terem, em diferentes fases da infância, um sorriso espontâneo e um sorriso intencional.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=1210&op=all
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-294X1997000200013
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Autores 12.ºF Diana Teixeira
Racista, eu?
Actualmente, são cada vez mais frequentes as cenas de racismo a que assistimos. Ouvimos tantas pessoas argumentarem, “eu não sou racista!”. Mas será que essas pessoas sabem verdadeiramente o que é ser racista? O racismo consiste em pensar que existem pessoas inferiores a outras, só pelo simples facto de pertencerem a uma cultura ou país diferente. Dizemos que uma pessoa é de outra raça, porque tem uma cor de pele diferente, por se vestir de maneira diferente, mas esquecemo-nos muitas vezes que essas pessoas têm os mesmos direitos que nós e não são inferiores por serem diferentes. São, apenas, diferentes!
Também podemos utilizar a palavra racismo, para descrever um comportamento abusivo, para com pessoas de uma raça que consideramos inferior.
Hoje em dia, ouvimos inúmeras vezes dizer que todas as raças e culturas são iguais mas que não se devem misturar para conseguirem manter a sua originalidade.
Podemos confundir racismo com preconceito, no entanto, existem diferenças pertinentes entre estes dois conceitos: o preconceito pode ser o simples desprezo por alguém, sem ter obrigatoriamente de influenciar de forma negativa a vida dessa pessoa; por outro lado, o racismo diz respeito a toda uma sociedade.
É importante também mencionar alguns dos problemas que o racismo pode causar a nível psicológico. Certamente, todos nós ficamos um pouco perturbados quando somos alvo de chacota por qualquer motivo, por isso, imaginemos qual será a sensação de sermos alvo de atitudes racistas. Isso pode levar à rejeição das origens da pessoa, dos seus costumes, da sua cultura para assim ser aceite entre as ditas maiorias.
Por isso, cabe a cada um de nós ter um pouco mais de consciência e pensar na sensação horrível que se deve ter numa situação destas! E como diz o ditado popular: “não façamos aos outros aquilo que não queremos que nos façam a nós”!
Bibliografia
http://www.minerva.uevora.pt/publicar/racismo/racista-eu.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo
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Autores 12. B Vânia Silva
Canhotos ou destros?
Desde muito cedo se notou que existe uma predisposição natural para a utilização preferencial da mão direita. Tal aspecto é verificável com a observação, por exemplo dos desenhos pictóricos da nossa pré-história em que quase exclusivamente era desenhada a mão esquerda o que evidencia o uso da direita, para tal tarefa.
A verdade é que cerca de 90% da população é de facto destra, facto que nos pode induzir em erro face à questão de que os canhotos é que têm uma deficiência, contudo não é bem assim. Pois apesar de se evidenciarem algumas diferenças estas são, sobretudo, de carácter físico, manifestando-se na execução diferente de tarefas. Apenas parte dos canhotos é que apresentam algumas diferenças em termos mais concretos como o apresentarem as funções dos lobos invertidas.
Tais aspectos conduziram ao aparecimento da ideia de que ser canhoto ou destro não é uma questão de hereditariedade sendo que já está implícita no nosso ADN. Dá-se mais prevalência à ideia de que existe uma pequena tendência parcialmente determinada pela genética, mas que é no contexto da sociedade que se dá uma afirmação, ou não, dessa tendência prevalecendo, assim, o pensamento da coexistência do aspecto inato (hereditário) e adquirido (construído em contexto de socialização).
Considero que tal como afirma José Reis as pessoas “tornam-se destras num mundo de destros!”.
Fontes:
http://www2.uol.com.br/JC/_1999/2006/br2006c.htm;
http://universocanhoto.wordpress.com/2007/09/23/o-cerebro-destros-e-canhotos/;
http://www.cerebromente.org.br/n15/mente/lateralidade.html;
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Autores 12.ºF Filipa Costa
Watson: experiências e críticas
Como já vimos, John Watson foi, simultaneamente, um psicólogo e investigador norte-americano que, graças às suas descobertas, ficou conhecido como o “pai da Psicologia”. Procurando estudar o comportamento através daquilo que era observável, debruçou-se sobre o estudo do efeito dos diferentes estímulos do meio nas respostas dos vários indivíduos.
Para levar a cabo as suas teorias, efectuou então várias experiências com animais e seres humanos. Eis algumas das mais conhecidas:
- Experiências com bebés:
Segundo uma experiência realizada com bebés, a resposta que se obteria deles perante diferentes estímulos (sons fortes, obstáculos ao movimento corporal e cócegas e carícias) seria a demonstração de medo, ira e amor, respectivamente.
- A eliminação de medos:
Para extinguir o medo de uma criança em relação a alguma coisa (neste caso animais), Watson considerou o seguinte quadro:
ESTÍMULO DO MEDO
ESTÍMULO INVERSO
RESPOSTA
Animais que causavam medo a crianças
Situações que não causavam medo a crianças
Recondicionamento após várias tentativas, aproximando os animais gradualmente
A experiência consistia em estimular a criança, depois de ter visionado o que lhe infligia medo, num sentido contrário, apresentando-lhe uma situação que ela não visse como ameaçadora. Em seguida, fazer-se-ia uma aproximação gradual da criança ao animal que lhe causava medo, de forma a ser diluído o receio existente em relação a ele.
- A “fábrica de medos”:
Há ainda uma outra experiência, realizada por John Watson, juntamente com Rosalie Rayner, a sua esposa, cujo objectivo era evidenciar o modo como ocorre a aprendizagem, no caso do medo. No início da experiência, uma criança de 11 meses, perfeitamente normal, é posta a brincar com um coelho branco. Em seguida, é-lhe apresentado um rato branco e ela brinca novamente com o animal. Entretanto, os experimentadores que conduzem a experiência fazem soar um ruído muito forte e intimidante, fazendo-a associar o aparecimento do rato ao som, provocando-lhe medo e choro. Quando lhe apresentaram novamente o rato, a reacção de Albert (a criança) foi chorar, e o mesmo se passou com o coelho branco e com um homem com barbas brancas, percebendo-se que tinha desenvolvido medo a tudo o que fosse branco. Concluiu-se então, que os seres humanos são resultado das aprendizagens condicionados pelo meio, como já referimos.
Críticas:
Apesar de em muitos aspectos a teoria behaviorista de Watson estar correcta, levantaram-se, ao longo do tempo, algumas críticas pertinentes, sobretudo no que diz respeito ao pouco ênfase que atribuiu aos factores biológicos na formação dos comportamentos. No entanto, muitas das críticas que se têm tecido sobre a sua teoria behaviorista são erradas e têm apenas em conta o que já se descobriu sobre o comportamento humano e não o que apenas se sabia nos inícios do século XX. Vou então abordar as teses de alguns autores que criticam o comportamentalismo e que considero serem as mais relevantes...
- O comportamento não é influenciado somente por estímulos, também a história da aprendizagem e até a representação do meio do sujeito são importantes. Podemos, por exemplo, estimular muito uma criança para que revele o culpado de algum acontecimento, contudo ela pode simplesmente não estar interessada em revelar essa identidade. Assim como o facto de existirem pessoas que não comem determinados pratos, apesar dos estímulos externos, porque elas não o encaram como um estímulo para si próprias;
- As nossas acções não têm forçosamente de estar associadas a um estímulo. Por vezes, os indivíduos podem comportar-se de uma dada forma (como, por exemplo, se estivesse a sentir cócegas), sem, de facto, estar a sentir algo. Há certas propriedades da nossa mente, como a dor, em que é inviável descrevê-las em termos comportamentais;
- A corrente behaviorista não explica a ocorrência de determinados fenómenos: “Eu não bebo água quando a vejo, apenas quando tenho sede.”. Com isto, vários enigmas do comportamento humano ficavam por esclarecer. De acordo com o que é defendido por muitos autores, é com esta questão que se prende a necessidade de estudar de um modo rigoroso os processos mentais que se estabelecem em cada pessoa. Desta forma, o estudo dos comportamentos ligar-se-ia também às predisposições, ou seja, às atitudes, segundo a personalidade dos indivíduos;
- Noam Chomsky foi um dos grandes críticos da corrente behaviorista. Segundo ele, a concepção de comportamento criada por Watson não era capaz de explicar os mistérios relacionados com a fala, sobretudo no modo como se processava a aquisição de competências linguísticas nas crianças. Para Chomsky, o indivíduo tinha de seleccionar um número infinito de frases e escolher aquela que se adequava à questão que lhe era lançada. Essa capacidade não era então conseguida se seguíssemos o condutismo, perante o reforço incessante de cada um das frases. Noam considerou que o poder de comunicação dos seres humanos seria a consequência da existência de “ferramentas cognitivas gramaticais inatas”;
- Piaget foi outro autor que se desmarcou da teoria de Watson. Perante situações idênticas (S), diferentes indivíduos – educados no mesmo meio – têm reacções diferentes (R). Por exemplo, quando várias pessoas presenciam um acidente de viação, não agem todas da mesma forma. Umas correm para o local e chamam a ambulância, enquanto que outras, muito provavelmente entram em pânico ou fogem. Perante esta realidade, Piaget propôs uma interpretação mais alargada do comportamento, defendendo que este é, nada mais, nada menos, que uma manifestação de um personalidade (P), perante um acontecimento específico (S).
Evolução do conceito de comportamento...
O comportamento está dependente da interacção entre a situação (S) e a personalidade do sujeito (P), aquilo que o caracteriza e que por várias razões o tornam único e independente. O Homem é produto de um processo complexo entre os factores interiores e exteriores a si, dispondo de um grande capacidade de se moldar e de se adaptar ao meio que o rodeia. A personalidade constrói-se de acordo com as características herdadas e aquelas que vai adquirindo nas experiências que testemunha e vivência.
Concluindo...
Apesar de se cingir, nos seus estudos, ao comportamento observável e à experimentação, as teorias de Watson permitiram uma dinamização da Psicologia, enquanto ciência que tem por base o estudo do Homem e o seu comportamento. Rompendo com as concepções dominantes da sua época (sendo alvo de muitas críticas e até de um certo “desacreditar”), este psicólogo defendeu uma visão nova acerca do comportamento, explorando ao máximo as suas vertentes. Através do estudo do estímulo e da resposta (E e R), distanciou-se dos métodos mais complexos como o da introspecção. Assim, criando uma nova corrente da Psicologia – o Behaviorismo –, novas informações e ilações puderam ser compreendidas, no diz respeito ao modo como todos nós agimos, atribuindo grande importância ao meio envolvente e à prevalência dos aspectos aprendidos em sociedade, em relação aos que fazem parte do nosso ser, com os quais nascemos.
É certo que a atribuição de tão pouca importância à hereditariedade e, desta feita, aos factores biológicos, foi um dos aspectos menos correctos da sua teoria, facto esse que se constata, mais tarde, com a teoria de Damásio. Porém, tendo em conta a época histórica e as condições de que John Watson dispunha para levar adiante os seus estudos, facilmente percebemos que a sua carreira foi efectivamente marcante e revolucionária, o seu papel na área de que temos vindo a falar foi, sem dúvida, indiscutível.
Fonte:
http://wapedia.mobi/pt/Behaviorismo?t=3.
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/psicologia/psicologia_trabalhos/teoria_desenv.htm
http://penta.ufrgs.br/~jairo/1watson1.htm
http://www.educacao.te.pt/jovem/index.jsp?p=117&idArtigo=4423
- MONTEIRO, Manuela Matos e OUTROS, Ser Humano – 12ºano Psicologia B, Porto Editora, 2007.
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Autores 12.º F Célia Cardoso
Hospitalismo
O hospitalismo é o conjunto de perturbações que o bebé pode sofrer devido a carências maternas. Na ausência da mãe, as reacções da separação, podem provocar uma depressão, devido à falta da figura materna.
Quando crianças de idades muito precoces são sujeitas a uma privação de contacto com os seus entes mais próximos, seja em situação de um abandono materno ou a uma temporada passada num hospital, vão sofrer de problemas tanto físicos como psicológicos que podem afectar o seu desenvolvimento normal, tais como, o atraso no desenvolvimento corporal, insónias, queda de peso, alteração do seu estado geral, incapacidade de adaptação ao meio, fragilidade e menor imunidade a doenças infecciosas.
Nos casos de total carência afectiva, ligada à falta de qualquer vínculo maternal, os distúrbios podem levar à morte.
A doença é sentida como um castigo, como uma falta cometida por algum acto, que lhe cria culpabilidade, e da qual agora está a sofrer as consequências. A criança sente que está a ser punida por alguma falta que cometeu.
O que está em jogo do ponto de vista psicológico é a perda de identidade do ser, já que a criança não usufrui da presença da figura materna, nestes casos, nas suas relações faltou o rosto do outro, porque este está ausente e consequentemente as crianças entram numa grande depressão, não têm um sentimento de continuidade e estabilidade nas relações com o outro, pelo contrário, o que vivenciam é uma separação, uma distorção da realidade que conheciam e uma descontinuidade nos cuidados prestados pelos pais. A separação da família e do seu lar é uma experiência dolorosa para o bebé e a que este não está habituado.
Os estudos efectuados por René Spitz levaram a que, em 1945, houvesse uma primeira reforma das condições de hospitalização de crianças pequenas e, a que em 1950 a Organização mundial de saúde passasse a incluir nas suas orientações um documento de nome “Cuidados maternos e saúde mental”, onde se afirma: “...ficar claramente demonstrado que os cuidados maternos no decurso da primeira infância desempenham um papel essencial no desenvolvimento harmonioso da saúde mental”
Bibliografia:
Livro de Psicologia B do 12º ano (1ª Parte)
http://www.scribd.com/doc/2437175/Desenvolvimento-na-primeira-infancia-Perspectiva-de-Rene-Spitz
http://216.239.59.104/search?q=cache:_9BPJ5vPoXQJ:www.espanto.info/psi/pa/FD2.pdf+hospitalismo+de+Spitz&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=5&gl=pt&client=firefox-a
Diciopédia 2008
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Autores 12.B João Pedro
Violência conjugal
A violência conjugal é uma das vertentes que a violência doméstica alberga. Este é um tema que, nos tempos que decorrem, tem flutuado imenso no ínfimo oceano de problemas da sociedade!
Hoje em dia, em cada clique no comando da televisão, em cada leitura pelos jornais ou revistas acedemos a um manancial de notícias sobre a violência, que inunda e transborda, nas relações conjugais, sendo ela tanto a nível físico, como as agressões físicas, psicológico, como agressões verbais, como a nível socioeconómico, isto quando a violência envolve o controlo da vida social da vítima ou das suas economias.
Agressão é um comportamento violento que, efectivamente, visa causar danos físicos ou psicológicos a um alvo e reflecte a intenção de o destruir. Centrando a nossa atenção na agressividade que submerge nas relações interpessoais dos casais é possível identificar as suas características específicas. A agressão conjugal é hostil, directa e aberta, uma vez que o agressor concretiza os comportamentos agressivos abertamente, de forma explícita, e sempre com o intuito de causar danos ao outro, independentemente de qualquer vantagem que possa obter. Estes actos são geralmente impulsivos e influenciados pelas emoções.
As questões que se levantam são, exactamente, quais as emoções que levam os homens a agredirem as suas esposas? Pessoas por quem já estiveram apaixonados, onde está o amor que os uniu? Quais os motivos para agirem desta forma? Entre estas muitas mais surgem, no entanto há uma que não passa em claro, inquieta o ser humano. Qual a origem de toda esta agressividade que a determinado momento “nasce, não morre e mata”?
Existem alguns autores que formulam teorias sobre a origem da agressividade, e entre elas o maior balanço faz-se entre as que defendem que a agressão é um comportamento inato e as que defendem que é um comportamento aprendido.
Na minha opinião nenhuma das concepções estipuladas, por si só, explica a verdadeira razão de alguém ser agressivo. O Homem é um ser complexo e a sua existência é produto do intercâmbio de múltiplos factores internos e externos, na verdade, existem estruturas no ser humano que se relacionam com a agressividade (como processos fisiológicos, o sistema nervoso simpático…). Contudo, tal não significa que o ser humano esteja programado para ser agressivo pois tal como a sua flexibilidade e plasticidade lhe permite escapar a programas fechados e deterministas, também lhe permite moldar os factores relacionados com a agressividade. Todavia, isto não é suficiente.
O homem é um ser social, e como tal há que ter em conta a influência que o meio exerce sobre ele, daí não se colocar de parte a interferência que o contexto social executa na moldagem das componentes biológicas da agressão. Nos seres humanos, a sua manifestação e expressão estão muito dependentes de factores relacionados com o contexto social, com a aprendizagem, com as experiências pessoais… A influência do meio externo é tão forte que faz com as formas de expressão da agressão sejam estimuladas ou inibidas, sendo a partir disto que se extrai a explicação das diferenças na sua expressão em diferentes épocas, entre diferentes culturas e entre diferentes pessoas da mesma cultura.
No entanto, Homem não deve ceder e aceitar passivamente aquilo que a sociedade lhe impõe, tem que moldar todas as suas regras e normas mediante os seus valores e ideais. A pressão da sociedade não pode ser usada como uma razão plausível e incontornável de sermos agressivos. Pois se somos flexíveis, inteligentes e plásticos para umas coisas também o somos para outras.
Há ainda mais alguns factores que induzem à agressão. Não é estranho ouvir que as pessoas alcoólicas tendem a ser mais agressivas, de facto, o álcool altera o equilíbrio emocional de um indivíduo e por consequência desencadeia actos mais irreflectidos e agressivos. Outros factores que também são referidos como causadores de tais comportamentos são os ciúmes e a desconfiança, muitos conflitos conjugais são gerados através destes sentimentos que, na maioria das vezes, não têm fundamento algum.
A violência que sobrevoa o interior de muitas casas é assombrada pela agressão, pelo medo, pela tristeza, pela desilusão. Ela começa sempre com uma ligeira alteração do tom de voz, que com o passar do tempo vai aumentando, aumentando até que chega aos gritos. Depois disto vem o primeiro estalo, o primeiro empurrão, o primeiro pontapé até que chega ao culminar de todas as formas possíveis de agressão num só momento, numa só situação que se repete dia após dia até à morte, processo escondido pelo silêncio de uma vida em desgraça.
O pior é que muitas vezes os danos não se ficam só pela vítima de agressão, existem muitas mais atingidas pelos danos colaterais de todo este ambiente incrédulo. Os filhos, a família, os amigos destes casais em conflitos também são atingidos, sofrem com eles as suas tristezas e angustias, sofrem sozinhos com os porquês de tudo isto estar a acontecer, ficam com marcas que invadem um grande espaço na história pessoal de cada um.
O importante é sermos fortes, não deixarmos que o medo nos possua e nos impeça de viver, é preciso agir e lutar contra tudo que coloque em causa o nosso equilíbrio interior, a nossa paz emocional, a vida é muito para ser insignificante! Não pudemos deixar que nos destruam aquilo que temos de mais precioso, a nossa passagem pelo mundo!
Bibliografia:
http://crystalidades.blogspot.com/2008/01/violncia-domstica.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_dom%C3%A9stica
http://www.dgsaude.pt/upload/membro.id/ficheiros/i006141.pdf
http://dn.sapo.pt/2007/03/29/sociedade/violencia_domestica_aumentou_30_2006.html
http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=4AFFCB468EA53CA8E04400144F16FAAE&opsel=2&channelid=0
MONTEIRO Manuela Matos, FERREIRA Pedro Tavares, 1ª parte Psicologia B 12º ano, Porto Editora
MONTEIRO Manuela Matos, FERREIRA Pedro Tavares, 2ª parte Psicologia B 12º ano, Porto Editora
ABRUNHOSA Maria Antónia, LEITÃO Miguel, Psicologia B 12º ano, Edições ASA
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Autores 12.º B Sónia Vieira
Porque mentimos?
Porque mentimos?
Todos os seres humanos saudáveis mentem, uns mais outros menos, mas todos mentimos. É já da natureza humana mentir, desde pequeninos mentimos. Claro que há vários tipos de mentira, varias formas de mentir e intensidades diferentes. Em todas as culturas se mente, todas as pessoas desde as mais novas às mais velhas, dos dotados de um QI elevadíssimo aos que o seu QI não é muito gracioso, de vários níveis sociais, etc.
Contudo numa cultura em que a mentira é incorrecta, é errado mentir, mas muita gente mente. Mas há vários tipos de mentira desde a chamada mentira piedosa, a mentira que pode levar uma punição maior, como a prisão. Podemos mentir por necessidade, piedade, amor, maldade, uns inúmeros motivos que poderiam ser plausíveis de uma mentira. Mas temos sempre consciência que esta errado.
Há mentiras “politicamente” correctas e outras não. Por exemplo, mentir para que uma pessoa não sofra tanto, ou porque é uma coisa sem importância é politicamente correcto, mas o mais certo a fazer seria contar a verdade, isto é, é aceite na sociedade onde está inserido (como na sociedade portuguesa) mas não correcto. Mas se mentir para ocultar um crime, isso já é punível, e com pena de prisão.
No entanto, a mentira também pode ser uma doença, como no caso das pessoas que padecem de mitomania, que inventam historia sobre elas, ou até sobre as pessoas mais próximas. Esta doença é muito complicada, pois torna-se muito difícil, a sociedade conviver com essa pessoa, têm sempre a desconfiança de que ela não esta a dizer e verdade, pois tem mais facilidade em mentir.
Posso concluir assim que todos nós temos uma tendência natural para mentir, uns mais que outros, mas conseguimos controlar as nossas mentiras, e evitar que elas prejudiquem a nossa interacção com o mundo e a nossa adaptação ao meio.
Bibliografia:
· http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitomania;
· MONTEIRO, Manuela Matos e FEREIRRA, Pedro Tavares, Ser Humano, 2ªParte - Psicologia B 12ºAno, Porto Editora.
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Autores 12.º B Sofia Oliveira Silva
Damásio: razão e emoção
Quem é António Damásio e o que desenvolveu?
António Rosa Damásio nasceu na cidade de Lisboa, a 25 de Janeiro de 1944. Interessado pela Psicologia e pela Medicina, licenciou-se e fez o doutoramento em Neurologia, na universidade onde nasceu. A partir daqui, desenvolveu diversas pesquisas no Centro de Estudos Egas Moniz.
É precisamente o estudo do comportamento das pessoas com lesões cerebrais, que o levam a reflectir sobre esta questão, colocando inovadoras hipóteses acerca desta temática. Com estas descobertas, Damásio revela um amor incondicional pelo estudo da mente e entra no território das emoções, explicando-as cientificamente. Apresentando um grande rigor, demonstra ainda uma inesgotável persistência, uma lucidez inabalável e uma imaginação que lhe permite ir mais além. É, assim, autor de obras de renome como O Erro de Decartes (1994) e O Sentimento de Si (1999).
Foi António Damásio que desenvolveu o conceito de razão e emoção. Para ele, a razão é o nosso lado racional, é o que nos distingue, enquanto seres humanos, dos restantes animais. Ao contrário deles, não agimos habitualmente movidos pelos instintos, apesar de, como já vimos, por vezes nos guiarmos pelas emoções. É a capacidade de raciocínio que cada um de nós dispõe (falando-se de seres humanos mentalmente saudáveis) e que nos permite ser tão complexos, inventivos e com o dom da construção. Já a emoção é um estado momentâneo em que o nosso organismo é estimulado por um motivo específico (que pode ser objecto de resultados diferentes de pessoa para pessoa), estando presentes, juntamente com ela, reacções biológicas. Existem diferentes tipos de emoções, sendo que muitas delas podem ser aprendidas em sociedade: medo, vergonha, alegria, tristeza, cólera, entre outras. Por vezes, a intensidade das emoções leva-nos a agir de acordo com a aquilo que estamos a sentir, de acordo com a nossa interpretação dessas mesmas emoções, daí a agirmos erradamente e de “cabeça quente”. No entanto, elas são fundamentais para fazermos uma avaliação cognitiva de tudo o que nos rodeia.
Bibliografia:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-294X1997000200013
http://www.ipv.pt/millenium/ect2_mjf.htm
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=1210&op=all
http://www.webboom.pt/autordestaque.asp?ent_id=1111241&area=01
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Autores 12.F Elsa
Como investigava Bruner?
Para fazer este estudo e tirar estas conclusões, utilizou um método dito socrático.
Mas afinal o que e isto do método socrático?
Bem, o método socrático consiste em fazer perguntas, de modo a obter opiniões do interlocutor sendo que aparentemente as aceita; depois, por meio de um interrogatório hábil, desenvolve as opiniões originais da pessoa, testando os erros e os absurdos das opiniões superficiais e apurar as suas opiniões originais e correctas, bem como o conduz a confessar o seu erro ou a sua incapacidade para alcançar uma conclusão satisfatória. Seguidamente, continuando a sua argumentação e partindo da opinião primitiva do interlocutor faz crescer aquilo que ele designa por: arte de fazer nascer ideias.
Segundo Sócrates, “ele nada ensinava, apenas ajudava as pessoas a tirarem de si mesmas opiniões próprias e limpas de falsos valores, pois o verdadeiro conhecimento tem de vir de dentro, de acordo com a consciência.”
Deste modo, o processo de aprender é um processo interno, e tanto mais eficaz quanto maior for o interesse de aprender.
“Só o conhecimento que vem de dentro é capaz de revelar o verdadeiro saber”.
Concluindo, podemos dizer que Bruner não limita a descoberta a apenas ao encontro de coisas novas, mas preferencialmente, inclui nesta estratégia todas as formas de procura de conhecimentos pelo próprio aluno.
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Autores 12.B Nuno
Saudade
O que nos leva a sentir a saudade?
Saudades….é sentir a falta de alguém? É sempre pensar com ternura e carinho naquilo que essa pessoa passou connosco ou aquilo que nos fazia. Confundir saudade com melancolia é um erro. É na melancolia que está a tristeza de momentos passados, pensar em situações passadas sem um sorriso na boca. É por isso que a saudade é boa de sentir, é graças a ela que sabemos que gostamos das pessoas, que nos fazem falta no nosso dia-a-dia, na conquista de sonhos e na superação de obstáculos. É nestas circunstâncias que sentimos a verdadeira saudade, não só porque a pessoa não esta ao nosso lado, pela ausência que nos causa na nossa vida, pelo vazio que fica em nós. Quando sentimos saudades ansiamos o momento em que vamos estar com essa pessoa, estar outra vez ao pé de nós, sentir a sua presença.
Normalmente quando sentimos a saudade é porque gostamos da pessoa em questão. Mas há vários tipos de “gostar”, isto é, sentimos saudades dos nossos colegas, mas sentimos ainda mais saudade da pessoa que amamos. Gostamos dos nossos colegas na mesma, mas a intensidade do amor é muito diferente. Pois apesar de os nossos amigos estarem presentes em alguns momentos da nossa vida, a pessoa com que amamos, está ou tenta estar sempre ao nosso lado, para nos ajudar a superar esses obstáculos que aparecem.
É tão difícil dizer o motivo porque temos saudade quanto explicar o que é o amor, pois para enumerar os motivos teria de saber explicar o que é o amor. Na minha opinião é impossível explicar o amor na sua essência, pois é um sentimento, podia dizer alterações físicas, mas não seria correcta a resposta. Também poderia dizer alegria, felicidade, mas às vezes até ganhar um jogo me traz felicidade, logo também não estaria correcta. Por isso deixo no ar, para quem quiseres e conseguir definir, o que é amor e quais são os motivos que levam a saudade?
Bibliografia:
· MONTEIRO, Manuela Matos e FEREIRRA, Pedro Tavares, Ser Humano, 2ªParte - Psicologia B 12ºAno, Porto Editora;
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Autores 12.º B Sofia Oliveira Silva
Teoria comportamental de Watson
“Dêem-me uma dúzia de crianças sadias, bem constituídas e a espécie do mundo que preciso para as educar, e eu garanto que, tomando qualquer uma delas ao acaso, prepará-la-ei para se tornar num especialista que eu seleccione: um médico, um comerciante, um advogado e sim, até um pedinte ou ladrão, independentemente dos seus talentos, inclinações, tendências, aptidões, assim como da profissão e da raça dos seus ancestrais”.
WATSON, J., Behaviorism, Norton, 1925, p. 85
A partir desta citação é visível a intenção de Jonh Watson, pai da Psicologia científica. De facto, este psicólogo pretendia transformar a Psicologia numa ciência aplicável não só aos animais, mas também aos seres humanos, pois considerava que todas as espécies tinham evoluído, por selecção natural, partindo de uma origem comum, à semelhança do que defendia Darwin. Segundo ele, não faria qualquer sentido a divisão entre a psicologia humana e a psicologia animal, dado que existia uma continuidade entre ambos. Assim, este ramo da neurociência cingir-se-ia ao mero estudo dos comportamentos observáveis (behaviorismo), directa ou indirectamente, constituindo-se uma ciência autónoma, objectiva e, sobretudo, experimental. Deste modo, podiam ser medidas as respostas, seguindo um determinado método experimental, obtendo-se um grau de objectividade superior ao método introspectivo, ou seja, através de várias experiências conseguiria adquirir um conhecimento mais alargado acerca do comportamento humano do que utilizando, por exemplo, o método da psicanálise de Freud. Cabia à Psicologia observar, quantificar, descrever o comportamento enquanto relação causa/efeito, mas nunca interpretá-lo.
De acordo com a teoria de Watson, estes comportamentos constituiriam então a resposta de um indivíduo a um determinado estímulo, sendo este último representado por um E (objectos exteriores) e a resposta por um R (reacções físicas). A um conjunto de estímulos designava-se por S (situação). Watson estabelece, portanto, relações múltiplas entre estímulo e resposta.
Por estímulo entende-se o conjunto de excitações que agem sobre um indivíduo de forma a ser provocada uma resposta. É claro que todo o estímulo tem um limiar e um limite, por exemplo: o nosso organismo não reage a ultra-sons, apenas a sons dentro da gama de frequências apropriadas ao ser humano. Podemos ainda subdividir os estímulos em duas sub-categorias: os estímulos provenientes do meio interno (movimentos dos músculos, secreções das glândulas, ou seja, as nossas alterações corporais) e estímulos provenientes do meio externo (raios luminosos, ondas sonoras, vento, etc.).
Quanto às respostas, podemos dizer que são tudo o que um indivíduo faz, desde o simples acto de estremecer devido a um barulho, à complexa construção de um arranha-céus. É o conjunto de reacções concretas e observáveis no indivíduo, que derivam da relação complexa entre diferentes estímulos provenientes do meio físico em que está inserido o sujeito, dando-se em função da situação. Seria possível então ao psicólogo, através do estímulo, prever o comportamento que lhe estaria associado.
Neste contexto, os comportamentos são nada mais, nada menos, que aprendizagens condicionadas pelo ambiente à sua volta. São respostas que podem ser explícitas (directamente observáveis) e/ou implícitas (não observáveis pelos outros).
Esclarecidos estes conceitos, empreende-se que a base do behaviorismo no qual Watson se apoiou, seja a de que um mesmo estímulo – ou estímulo semelhante – provoque sempre a mesma reacção, a mesma resposta nessa pessoa ou animal. A mesma causa conduz sempre ao mesmo efeito, pelo que não só seria possível prever os comportamentos, mas igualmente controlar a sua produção, condicioná-los. É a partir dos comportamentos mais simples e mais elementares – e, portanto, comuns tanto a ser humanos como a animais –, que se compreendem os comportamentos mais complexos, sendo possível tirar conclusões explícitas a partir do desenvolvimento de pesquisas em animais.
A hereditariedade é, assim, posta de lado, valorizando-se unicamente a influência do meio, do contexto social, ou seja, a educação. O indivíduo é passivo no processo de conhecimento e desenvolvimento. Ao estudar aquilo que é meramente observável, o estudo dos processos cognitivos torna-se deveras limitado. Ele chega mesmo a afirmar que “O homem não nasce, constrói-se”.
Em conclusão, a sua teoria baseia-se em quatro aspectos fundamentais, que funcionam como uma espécie de síntese e que passamos a citar:
Ø O comportamento é composto por respostas e pode ser analisado em cada detalhe da sua constituição, a partir dos estímulos que lhe são adjacentes;
Ø O comportamento é constituído por alterações do nosso corpo (secreções glandulares, etc.) cingindo-se a processos físico-químicos;
Ø Para todo e qualquer estímulo, existe sempre uma reposta, que será semelhante em indivíduos inserido no mesmo meio;
Ø É a partir de comportamentos mais simples que se conseguirá entender os mais complexos;
Assim, Watson afirma, em Psychology As The Behaviorist Views It: “Creio ser possível criar uma psicologia (…) jamais usando os termos da consciência, estados mentais, mente, conteúdo, verificável por introspecção, imagens e outros afins (…). A definição pode ser feita em termos de estímulo e resposta, formação de hábitos, integração de hábitos e outros”.
Fontes:
MONTEIRO, Manuela Matos e OUTROS, Ser Humano – 12ºano Psicologia B, Porto Editora, 2007.
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/psicologia/psicologia_trabalhos/teoria_desenv.htm http://wapedia.mobi/pt/Behaviorismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comportamento
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Autores 12.ºF Ana Margarida
Confiar nos sentidos?

Como todos nós sabemos é através dos processos cognitivos como a percepção, aprendizagem e a memória que tomamos conta da realidade que nos rodeia.
Sendo a percepção o processo através do qual contactamos o mundo utilizando os sentidos, é o visual que mobilizamos ao observar as imagens, no entanto é errado afirmar que a percepção se resume apenas à utilização dos sentidos para visualizar o que nos rodeia. Ela vai muito para além disso, envolve também uma interpretação do que é recebido pelos órgãos sensoriais. Assim a percepção implica a atribuição de sentidos que remetem para as nossas experiências (a nossa já tão conhecida história pessoal).
Deste modo, quando observas-te a imagem apresentada associaste quase de imediato a uma situação real e comum de uma pessoa na piscina a desfrutar de um belo banho, contudo foi uma dedução um pouco falaciosa, na medida em que esta retrata apenas uma anamorfose, espécie de pintura que tenta dar a ideia de tridimensional, daí teres interpretado de outra forma. Quero com isto dizer que os nossos sentidos são passíveis de serem “enganados” e, portanto, temos de ter sempre bastante cuidado nas interpretações que fazemos.
Com este exemplo como tantos outros, será que devemos acreditar totalmente nos nossos sentidos?
Fontes:
http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.naoestafacil.com/media/desenho13.jpg&imgrefurl=http://www.naoestafacil.com/index.php%3Ftitle%3Ddesenhador_de_passeios%26more%3D1%26c%3D1%26tb%3D1%26pb%3D1&h=425&w=658&sz=77&hl=pt-PT&start=34&um=1&tbnid=KiREVhKAyuW3FM:&tbnh=89&tbnw=138&prev=/images%3Fq%3Danamorfose%2Bde%2BJulian%2BBeever%2B%26start%3D20%26ndsp%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN
MONTEIRO, Manuela Matos, FERREIRA, Pedro Tavares; “Ser Humano – 2.ª parte”, Psicologia B 12.º ano, Porto Editora
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Autores 12.B Nuno
Doenças psicológicas
As doenças psicológicas não costumam ter uma manifestação física muito acentuada, isto é, não se vê a olho nu que essa pessoa tem uma doença psicológica. No entanto há excepções a regra, há doenças que podem ter evidências físicas muito acentuadas que no início pode parecer uma doença física, mas a pessoa sofre só de hipocondria. As pessoas que sofrem de hipocondria interpretam pequenas dores e desconfortos físicos como indícios de uma doença grave. Mas os doentes acreditam tão intensamente que estão doentes que chegam a ter mesmo os sintomas de alguma doença grave. O que pode provocar idas constantes ao médico e assim recebendo alguma atenção.
É também conhecida a pseudociese (gravidez psicologica) como uma doença psicologica com muita exteriorização física e só afecta as mulheres. É de origem psicologica mas também pode ter origem biológica. As mulheres que são afectadas por esta doença, antes de ela aparecer, estavam ansiosas e desejosas de ter um filho, mas ao não conseguirem origina-lo, surge a pseudociese. Também pode acontecer pelo motivo oposto, isto é, a mulher tem tanto medo de engravidar, que o seu organismo origina uma gravidez psicologica. As mulheres que padecem desta doença têm todos os sintomas de uma gravidez, e o mais evidente, a barriga cresce. Mas com uma a ida ao médico e os exames adquados pode descobrir-se que é uma doença pasicologica. Esta doença com a origem biologica pode ser causada: neoplasias uterinas, ovário policistico ou distúrbios ovarianos e hormonais como a prolactina.
Há mais doenças psicológicas que têm uma manifestação física como: a anorexia, doenças psicossomáticas, o Transtorno Bipolar e o Síndrome da Fadiga Crónica. Os que referi são sem dúvida, os que se manifestam mais intensamente e os mais conhecidos pelas pessoas comuns.
Bibliografia:
· http://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/doencas-psicologicas.htm;
· http://meuartigo.brasilescola.com/doencas-saude/gravidez-psicologica.htm;
· http://www.brasilescola.com/doencas/doencas-psicologicas.htm.
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Autores 12.º B Sofia Oliveira Silva
Sonhos
“Os sonhos são uma pintura muda, em que a imaginação a portas fechadas, e às escuras, retrata a vida e a alma de cada um, com as cores das suas acções, dos seus propósitos e dos seus desejos”
Padre Vieira, no Sermão de São
Francisco Xavier Dormindo
A experiência subjectiva que aparece na consciência durante o sono e que, após o despertar, chamamos sonho é, apenas, o resultado final de uma actividade mental inconsciente durante este processo fisiológico que, por sua natureza ou intensidade, ameaça interferir o próprio sono.
Mas, o que são concretamente os sonhos? Porque é que surgem a meio do sono? Porque que às vezes os sonhos nos afectam tanto? Porque é que eles nos perturbam e inquietam? Porque é que as vezes temos a convicção de que sonhamos mas depois não sabemos com o quê? Porquê? Porquê? Muitos são os porquês, muito é o mistério que este assunto fomenta e muitos foram os autores que se debruçaram sobre estas questões, no entanto, aquele que formulou a explicação mais verosímil aos olhos da psicologia foi Sigmund Freud. Segundo este, os sonhos são uma representação simbólica de desejos e necessidades recalcadas que, de forma disfarçada ou não, são satisfeitas em pleno campo psíquico.
Intitulou sonho manifesto à experiência consciente, durante o sono, que a pessoa pode ou não recordar depois de acordar. Os seus vários elementos, observáveis e concretos - como árvores, morangos, pessoas, (…) – são designados por conteúdo manifesto. Os pensamentos, sentimentos e desejos inconscientes que ameaçam acordar a pessoa são os “elementos”, ocultos e abstractos, que constituem o conteúdo latente. As operações mentais inconscientes por meio dos quais o conteúdo latente do sonho se transforma em sonho manifesto designam-se por elaboração do sonho.
Importante será salientar que Freud considera os sonhos guardiães do sono devido ao facto de eles evitarem que o sujeito acorde para satisfazer o desejo ou necessidade, através deles o nosso inconsciente consegue enganar a nossa consciência e evitar o despertar, simulando – no sonho – situações em que tal acontece.
Para perceber os vários conteúdos dos sonhos é necessário estudar a sua linguagem, nomeadamente os seus símbolos, interpretar os seus elementos, concretos ou abstractos, observáveis ou ocultos. Tal processo é normalmente executado pelos psicólogos, contudo, na opinião de Freud a melhor compreensão é a executada pelo sujeito que sonha, isto porque os sonhos são influenciados pelos aspectos da vida emocional do sujeito, dos acontecimentos que lhe ocorreram nos últimos dias, nos acontecimentos que estão para ocorrer. E só ele está a ao corrente de tudo isto, de toda a sua história pessoal.
Afincadamente, tudo isto faz sentido, mesmo que à partida nos pareça estranho, no entanto, uma inquietação persiste. Se os nossos sonhos são a representação mental de desejos, quais serão os desejos que engendram todos aqueles sonhos que, após várias reflexões, não possuem sentido algum? Há pesadelos dificilmente explicáveis como realização de um desejo.
Tanto a questão, como esta afirmação colocaram a teoria de Freud em causa, mas o pai da psicanálise refutou esta crítica dando o exemplo de desejos sádicos e masoquistas que produzem grande ansiedade e perturbação mental afectando assim os sonhos, mas nem por isso deixam de ser desejos satisfeitos no campo psíquico.
Os sonhos são muito importantes e na minha opinião o mais relevante neles não é a função de proteger o sono, mas sim a função psíquica de carregar, de suavizar, de substituir a realidade que nos é hostil, por outra, totalmente diferente, onde um novo mundo se descortina perante a alma e onde todas as nossas acções parecem absurdas, justamente porque as mais censuráveis, na sociedade em que vivemos, gozam, enquanto dormimos, de uma espécie de liberdade condicional, quando se expandem no sonho. Todavia, para além das nossas acções nós também usufruímos de sermos livres, de sermos e termos tudo aquilo que sempre desejamos, de fazermos tudo aquilo que parece impossível na realidade que nos envolve. No fundo, nos só somos verdadeiramente livres quando sonhamos, só ai é que nada é proibido, em que nada é censurado, só ai é que não há limites, só aí é que não há regras e normas que nos reprimem!
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonho#Sonho_e_Freud
http://www.pregaapalavra.com.br/monografia/sonhos1.1.htm
http://www.pregaapalavra.com.br/monografia/sonhos1.2.htm
http://www.ufrgs.br/proin/versao_2/freud/index0%208.html
http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_artigo.php?codigo=A0165&area=d1&subarea
http://www.centrorefeducacional.com.br/freudpsi.htm
http://hgespuny.sites.uol.com.br/bluesquare/transsono.htm,autor:HERBERT GONÇALVES ESPUNY
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Autores 12.º B Sónia Vieira
domingo, 25 de maio de 2008
Pensar positivo melhora a qualidade de vida
Há momentos em que passamos por situações negativas, podem ser várias e a verdade é que em tais situações reagimos naturalmente mal a isso.
Existem vários mecanismos que desenvolvemos desde a nossa infância, como sermos ensinados a lutar contra aquilo que achamos incorrecto e por isso criamos afirmações como “não quero ficar sozinha”, “não quero ser gorda”, entre muitas outras. Acreditamos então que podemos evitar o que consideramos incorrecto com simples convicções e expressões que “gravamos” em nós mesmos, infelizmente não é assim, o positivo não vem até nós naturalmente!
Aquilo a que dedicamos a nossa atenção cresce e ganha forma na nossa vida, mantendo-se.
Temos a opção de pensar apenas em coisas que nos façam felizes, em coisas boas, que nos tragam satisfação e nos coloque um sorriso estampado no rosto! Muitas vezes esquecemo-nos desse aspecto e pensamos “como posso pensar unicamente em coisas boas se tudo me corre mal?”, bem, é difícil contornar a situação de modo a vencer este sentimento de derrota, o mais fácil é certamente entregarmo-nos à tristeza. No entanto, esta fórmula de vencer o que é negativo não está disponível em farmácias nem em hospitais, também não se encontra em livros de auto-ajuda ou nas escolas… De facto o que é preciso é existir uma grande força interior e assumirmos o controlo da nossa mente.
Tudo se torna mais fácil e divertido quando sentimos emoções positivas, desta forma, somos levados a agir e a pensar de forma diferente, o nosso pensamento torna-se criativo e nós tornamo-nos pessoas melhores!
Sejamos optimistas, é necessário apreciar e reconhecer o melhor de cada situação ou experiência. Quem sabe este não seja o primeiro passo para tornar este mundo um lugar muito melhor!
Um optimista é então " …uma pessoa que é capaz de se rir das suas desgraças, que encontra sempre alguma coisa de positivo, de engraçado, de divertido, em particular nas experiências menos positivas. É aquele que sonha e que corre o risco de que esse sonho se venha a realizar. É aquele que acredita que tem capacidades para gerir o seu destino, e que a vida não é uma coisa imposta mas algo que se constrói". Helena Marujo, do livro ‘Educar Para o Optimismo' (ed. Presença).
Bibliografia:
http://pt.shvoong.com/books/essays/480451-pensar-positivo-melhora-qualidade-da/
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Autores 12.ºB Sara Eduarda
Ideal de beleza feminino
O ideal de beleza feminino é uma construção social que varia de época para época, e que vai sendo incutido durante o processo de socialização. Este ideal de beleza feminina não é imutável no tempo, este constrói-se ao longo do tempo, de acordo com o meio sociocultural em que se esta integrado e com os valores morais e éticos que se partilham com a comunidade a que se pertence. Por exemplo, o ideal de beleza na cultura islâmica passa pela “ocultação” do corpo da mulher, já na sociedade ocidental contemporânea, o ideal de beleza é bastante distinto.
O ideal de beleza feminino funciona como sendo um modelo de identificação para muitos jovens, sendo essencial possui-lo para determinadas actividades profissionais, como por exemplo modelo.
Actualmente, o ideal de beleza feminino está associado à magreza dos corpos das figuras femininas, sendo esta uma condição essencial para entrar no mundo da moda. Podemos verificar, quando vemos desfiles de moda, anúncios que promovem roupas, entre outros, que as figuras femininas utilizadas são extremamente e excessivamente magras.
Este facto foi alvo de muitas críticas, uma vez que o mundo da moda, é cada vez mais desejado por inúmeros jovens, e a imagem que essas figuras femininas passam, vai funcionar como um padrão de beleza a seguir, isto é, os jovens ao associarem a beleza a corpos magros, leva a que estes desenvolvam comportamentos que visam moldar os seus corpos à medida adequada. O domínio nos circuitos da moda de figuras femininas excessivamente magras poderão, assim, funcionar como padrões de beleza para personalidades menos estruturadas e fomentar comportamentos miméticos que resultem em situações como a anorexia e bulimia, assim concluímos que lá se vai a concepção de beleza concebida antigamente, em que a mulher se queria “gordinha”. Por isso, foram proibidos, em alguns países, a divulgação de cartazes com figuras femininas extremamente magras.
O ideal de beleza feminino, deve ter em conta o bem-estar interno e externo das pessoas e não o limitar a certas normas. O ideal de beleza funciona como um modelo a seguir por parte de muitos jovens, por essa razão, deve haver uma preocupação com a imagem que se passa, do que é realmente o ideal de beleza feminino.
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Autores 12. B Ana Filipa Peixoto
Behaviorismo
O Manifesto Behaviorista foi lançado, como sabemos, por Jonh Watson, e veio introduzir um rumo diferente à história da Psicologia e a todos os estudos comportamentais que lhe estão associados. Este movimento teve um grande impacto, não só no comportamento, mas também nas várias teorias que se debruçam sobre a aprendizagem, personalidade e diversas formas de psicoterapia. Como vamos ver mais detalhadamente, Watson procurou então estudar o comportamento a partir das suas teorias, definindo o Behaviorismo como a nova Psicologia. Com esta inovação, ele debateu-se com vários problemas, como a existência (ou não) de instintos no Homem, chegando à conclusão que as respostas são socialmente condicionadas, e, portanto, todo o comportamento é fruto de um processo de aprendizagem.
Para além disto, a teoria Behaviorista estuda o problema do talento, tendência e traços mentais hereditários, que usualmente são considerados comportamentos instintivos, mas que os defensores desta teoria declaram como aprendidos, negando o papel da hereditariedade. Tem ainda uma visão radical acerca das emoções, determinando que são apenas respostas corporais a estímulos específicos.
Com o tempo, esta corrente foi adoptada por outros psicólogos, como Tolman e Hull, que acreditavam que o comportamento é sempre orientado para alcançar um determinado fim. Destaca-se também Skinner, um dos mais famosos nomes da psicologia contemporânea, que igualmente defende que o estudo do comportamento se deve basear na observação. O behaviorismo de Skinner é chamado de “abordagem do organismo vazio”, pois interessava-se pela relação funcional entre o estímulo e a resposta, tal como Watson.
O período seguinte (de 1913 a 1930), é designado por Behaviorismo Clássico, que mais uma vez, não segue os estudos da introspecção, sendo um período polémico. Mais tarde, surge o neo-behaviorismo, com Clark Hull, que transformou o clássico num sistema mais minucioso e experimental, baseado na teoria do comportamento adaptado de Pavlov, no qual também Watson se baseou, dado que estudou as suas teorias aquando do seu doutoramento. Elas foram, sem dúvida, a fonte de inspiração para a criação da corrente que temos vindo a definir até aqui.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comportamento
http://wapedia.mobi/pt/Behaviorismo
http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/print.php?itemid=318
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Autores 12.º F Raquel Silva
Como nos tornamos humanos?
O processo de tornar-se humano passa pela caracterização de factores como a cultura que é criada pelos seres humanos mas que, as mesmo tempo, nos torna humanos, é tudo o que resulta da actividade humana.
Segundo Edward B. Tylor, cultura é uma totalidade, um todo. Mais do que uma soma de crenças, artefactos, valores, regras e costumes, a cultura é uma totalidade onde se conjugam estes diversos elementos materiais e simbólicos: as crenças, as teorias, as construções e objectos, os valores, as leis e normas, as artes, os costumes.
A cultura é um elemento inescapável do ambiente de qualquer pessoa, pelo que, ao longo da vida, se traduz em múltiplas e variadas consequências na forma como cada um pensa, sente e se comporta. Para além de produtos da cultura, somos também os seus produtores.
A cultura varia no tempo e no espaço, varia com as épocas e momentos históricos, assim como varia de lugar para lugar, pelo que não há nunca uma única cultura, mas múltiplas culturas.
Outro dos factores é o padrão cultural. Existem diferentes padrões culturais devido à necessidade que os diferentes povos têm de se adaptar ao meio envolvente. A cultura de cada comunidade ou grupo social especifica, portanto, formas particulares e padronizadas de ser e de viver. Ao conjunto de comportamentos, práticas, crenças e valores comuns aos membros de uma determinada cultura dá-se o nome de padrão cultural.
Os padrões culturais desempenham um importante papel no enquadramento da construção de significados em muitos domínios da vida social.
Cada padrão cultural muda permanentemente, não só pela acção criadora, produtora de cultura, de cada um dos seus membros, mas também através do contacto com outras culturas, com elementos culturais até aí estranhos.
Seguidamente, temos a aculturação que diz respeito ao conjunto dos fenómenos resultantes do contacto contínuo entre grupos de indivíduos pertencentes a diferentes culturas, assim como as mudanças nos padrões culturais de ambos os grupos que decorrem desse contacto. É importante sublinhar que a aculturação é um fenómeno que leva a mudanças culturais, quer as culturas sejam maioritárias, quer sejam minoritárias. Tanto umas como outras têm permanentemente que reagir e adaptar-se àquilo que de novo as desafia.
Finalmente, temos a socialização que é o processo através do qual cada um de nós aprende e interioriza os padrões de comportamento, as normas, as práticas e os valores da comunidade em que se insere.
O conceito de socialização está dividido em dois tipos: a primária que é responsável pelas aprendizagens mais básicas da vida comum. Traduz-se na aprendizagem dos comportamentos considerados adequados e reconhecidos como formas de pensar, sentir, fazer e exprimir próprias de um determinado grupo social; e secundária que ocorre sempre que a pessoa tem de se adaptar e integrar em situações sociais específicas novas para o indivíduo. Ao longo de toda a vida das pessoas, diferentes acontecimentos, diferentes contextos, diferentes tipos de relações, implicam intensificações no processo contínuo de socialização, isto é, a adaptação dos novos contextos socioculturais e experiências de vida que neles surgem.
Livro de Psicologia B, 12º ano, Ser Humano, 1ªParte, Porto Editora
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Autores 12. F Carina
Alunos ansiosos
Consideras-te uma pessoa ansiosa? Sentes que os teus resultados escolares não correspondem aos teus conhecimentos? Qual é a razão que contribui para aumentar a tua ansiedade?
Meus amigos, posso-vos dizer que estamos todos no mesmo barco. Depois de um inquérito feito aos estudantes da nossa escola sobre a ansiedade, pudemos concluir que estamos todos sob uma forte onda de pressão. São testes para aqui, apresentações para ali, trabalhos para acolá… tudo o que um estudante adora para poder manter o seu nível de ansiedade em alta. No entanto, para além de o estudante já se sentir ansioso face a tanto trabalho para realizar ainda se vê a braços com algumas situações bastante interessantes. Ora é a mãezinha muito orgulhosa que diz “O meu filho vai ser um excelente médico” ou o paizinho que em frente do resto da família continua a fazer questão de dizer que o seu filhote é o melhor e que não pode de maneira alguma descer a média. Já na escola os alunos são confrontados com os discursos bastante apaziguadores dos professores e das gracinhas dos colegas.
Imaginem só:
Acabámos de entrar para a aula de matemática e o professor já vem com aquele ar insatisfeito e com os testes na mão. “Os testes estão muito maus, são os piores resultados de sempre”. A nossa barriga dá uma volta, as nossas mãos começam a suar, sentimos as nossas faces a arder e a nossa respiração torna-se ofegante. E lá ouvimos o nosso nome seguido do “excelente” resultado que tirámos. Quando o nosso professor, gentilmente, vendo a nossa cara de decepção nos diz: “Esperava muito mais de ti!” ou “Estou sempre à espera que dês o salto, mas não foi desta”, ou ainda “Tens de melhorar para o próximo teste se queres manter a média”, ficámos ainda mais desapontados e começámos logo a pensar no estratagema que iremos arranjar para contar aos nossos pais o fracasso. E ainda estamos a imaginar o ar de decepção dos nossos pais ou a lembrar o último sermão “se não tiras boas notas ficas sem o telemóvel”; “já sabes que é importante manteres ou até subires a tua média para entrares na faculdade, não sabes?”, quando, de repente, eis que surge a pergunta mais temida, o nosso coleguinha da frente, sempre muito intrometido e à espera de mais novidades, pergunta inocentemente: “que nota é que tiraste”. Algo parece atravessar-nos de uma ponta à outra, ao dizermos a nota, parece que vamos admitir o fracasso e mal a dizemos, zaragata total: “que nota é que ele tirou?”, “Eiii, foi mesmo má…”, “Olha eu não estudei e quase consegui a mesma nota, agora imagina se tivesse estudado tanto como ele…”. ..
Então, começámos logo a pensar que precisámos mesmo de tirar boa nota no teste seguinte. Em primeiro lugar, isso será importante para nós, pois irá marcar a diferença para conseguirmos uma boa média e entrarmos assim no curso que desejámos e também para não baixarmos a nossa auto-estima, em segundo para mostrarmos ao nosso professor que conseguimos manter a nossa nota e, por fim, para provarmos aos nossos colegas, que de facto falhámos, mas que “não é por morrer uma andorinha que se acaba a primavera!”.
Só que, ao pensarmos em tudo isto, acabámos por ficar cada vez mais nervosos e ansiosos, pelo que o teste volta a correr mal. A pressão acumulada é muita, a matéria é igualmente muita, só o tempo para a realização do teste é que é pouco. O nosso raciocínio falha, os enunciados não são lidos como deve ser, as respostas ficam sem sentido… enfim o cenário está montado para um resultado de terror.
E todas estas reacções porque nos sentimos pressionados a ter boas notas.
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Autores 12.º F Sofia Borges
O luto é um período de tempo que necessitamos de viver
A MORTE é uma realidade que, mais tarde ou mais cedo, nos entra pela casa dentro sem anunciar a sua chegada.
Após um turbilhão de sentimentos que esta etapa acarreta, com a perda de alguém muito querido, torna-se necessário efectuar o luto, pois sentimos uma exigência física e espiritual de percorrer um caminho, ao longo do tempo, onde se processam dois elementos fundamentais: a libertação suave dos laços de vinculação que nos ligavam a quem perdemos e a retoma do espaço de alegria e felicidade da vida.
O modo como sentimos e vivenciamos a dor é influenciado por diversos factores, nomeadamente, o grau de afecto que tínhamos em relação à pessoa perdida; a nossa personalidade, particularmente a maior ou menor capacidade de gestão das emoções; o apoio humano (familiar, de amizade, técnico ou associativo) que dispomos; e o nível de aceitação social à nossa volta para a expressão das manifestações de luto.
Embora o luto seja um processo muito pessoal e dependa de um conjunto de factores intrínsecos e extrínsecos diversos, o seu desenvolvimento decorre seguindo um conjunto de fases padronizadas. Contudo, nem todas as pessoas têm que viver rigorosamente e do mesmo modo as características apontadas em cada fase.
Emocionalmente sentimos ansiedade, medo, tristeza, agressividade e culpa. Por vezes, ocorrem episódios depressivos, como o desalento, a tristeza, a irritabilidade, a introversão, o isolamento e as alterações de apetite, de sono e da libido. Assusta-nos a ideia de que estes comportamentos negativos e o sofrimento nos acompanharão até ao fim dos nossos dias. E como a intensidade é tão forte desesperamos imaginando-nos a enlouquecer.
Porém, com o passar do tempo, a perda é aceite emocionalmente, a dor vai-se extinguindo aos poucos. Passamos a identificar-nos de modo saudável com a pessoa perdida, ou seja, a sua memória deixa de ser obsessiva e de nos provocar desespero.
Esta experiência é vivida de forma diferente, nas diversas etapas do ciclo de vida, nomeadamente, quando se trata de crianças, adolescentes, adultos e idosos. Perante tal constatação é necessário estarmos atentos a um luto mal resolvido, pois pode-se revelar num distúrbio psicopatológico, onde a ajuda de um profissional especializado é fundamental.
Assim, como podemos verificar, apesar de no início deste processo, que por vezes pode ser longo, pensarmos que o mundo vai desabar, esta é uma visão de alguém que está em sofrimento, pois, em situações normais, o luto é uma fase que passa como todas as outras que temos ao longo da nossa vida, que conduzem a uma mudança, a uma transição para um novo período, a um enriquecimento e maturação pessoal.
A Vida e a Morte
O que é a vida e a morte
Aquella infernal enimiga
A vida é o sorriso
E a morte da vida a guarida
A morte tem os desgostos
A vida tem os felises
A cova tem as tristezas
I a vida tem as raizes
A vida e a morte são
O sorriso lisongeiro
E o amor tem o navio
E o navio o marinheiro
Autora Florbela Espanca
Em 11-11-1903
Com 8 anos de Idade
(Florbela Espanca, «Esparsos», in «Poesia Completa»)
Bibliografia:
· Organização Apelo http://www.apelo.web.pt/
· Ariès, P (1977). O Homem perante a morte-II. Publicações Europa-América. Edição nº 106048/4647.
· Carvalho, C. D. R. (2006). Luto e religiosidade. http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/TL0059.pdf
· Nogueira, D. e Pereira L. (2006). Perspectivas da morte de acordo com a religiosidade: estudo comparativo. http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/TL0058.pdf
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Autores 12. B Sara Catarina
Teoria Cognitiva
Até à década de 20 a psicologia no que respeita ao desenvolvimento cognitivo, era dominada por duas teorias bastante diferentes entre si.
Uma, nomeadamente o gestaltismo, partia na defesa de que o cérebro continha estruturas inatas, determinando assim o modo como o sujeito interpreta o mundo e as suas aprendizagens. Oposta a esta surgia o behaviorismo que partia do princípio que só é possível o conhecimento através de estímulos alcançados no meio ambiente.
Contudo, surge uma teoria nova e bastante curiosa fundada por Piaget, teoria esta que se iria situar num ponto extremo entre as outras duas já existentes.
Para a construção desta teoria Jean Piaget baseou-se na observação cuidadosa dos seus filhos e também de muitas outras crianças, concluindo que na maioria dos casos as crianças não possuem a mesma forma de pensar dos adultos normais.
É uma teoria que se desenvolve por etapas, que Piaget designa por estádios de desenvolvimento e que pressupõe que os seres humanos passam por uma série de mudanças todas elas ordenadas e previsíveis ao longo da vida.
Segundo o autor, a teoria cognitiva é dividida em quatro etapas, ou estádios de desenvolvimento cognitivo no ser humano, sendo elas, sensoriomotor, pré-operatório, operações concretas e estádio das operações formais.
Primeiramente surge o estádio sensoriomotor, que tem uma duração desde o nascimento até aos dois anos de idade, nesta fase o sujeito não possui raciocínio lógico, usufruindo assim do controlo motor para actuar sobre os objectos que o cercam. É classificada como uma fase onde permanece principalmente a inteligência prática pois o indivíduo não desfruta de qualquer tipo de linguagem nem capacidade de elaborar representações mentais de objectos.
As principais características observáveis podem ser por exemplo, acções que ocorrem antes do pensamento e até a imitação.
Seguidamente a este temos o estádio pré-operatório, que ocorre na fase pré-escolar e pode ir dos 2 aos 6 anos de idade.
A principal conquista que o individuo faz é o aparecimento da função simbólica, ou seja, a sua capacidade de poder representar mentalmente objectos ou acontecimentos que ocorrem fora do presente e as suas principais características observáveis podem ser por exemplo a inteligência simbólica, na medida em que o sujeito pode interpretar uma faca, como sendo um telemóvel ou um avião, e também o pensamento intuitivo, em que o sujeito responde a uma determinada pergunta baseando-se na sua aparência, ou seja funciona como um pensamento apoiado apenas em dados sensoriais.
Na terceira fase, que corresponde ao estádio das operações concretas e que tem uma duração dos 7 aos 11 anos de idade, a criança começa a lidar com conceitos abstractos, desenvolvendo assim um pensamento lógico que o permite solucionar problemas concretos.
Finalmente e para termo de conclusão, deparamo-nos com o último estádio e que consequentemente é o ultimo da teoria.
Esta fase é desenvolvida a partir dos 12 anos de idade e caracteriza-se pelo aparecimento de uma nova forma de pensar, em que a criança adquire um raciocínio lógico e sistemático podendo assim partir para a resolução de problemas sem qualquer tipo de apoio em objectos ou situações concretas. O indivíduo pensa abstractamente, formula e também verifica hipóteses, ou seja, é possuidor do raciocínio hipotético dedutivo.
Bibliografia:
Manual da disciplina de psicologia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_cognitiva#Sens.C3.B3rio-motor
http://www.centrorefeducacional.com.br/piaget.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Piaget#Teoria
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Autores 12.º B José Diogo










